Oração a Nossa Senhora Rainha – de Santo Afonso de Ligório

Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das Promessas de Cristo!

Ide e Anunciai

“Ó grande, excelsa e gloriosíssima Senhora, prostrados aos pés do vosso trono, nós vos rendemos nossas homenagens, daqui deste vale de lágrimas. Nós nos comprazemos na glória imensa, de que vos enriqueceu o Senhor. Agora que já reinais como Rainha do céu e da terra, ah! não nos esqueçais, pobres servos vossos. Não vos dedigneis, desse excelso sólio em que reinais, , de volver vossos piedosos olhos a nós miseráveis. Vós, quanto mais vizinha estais da fonte das graças, tanto mais nos podeis delas prover. No céu, descobris melhor as nossas misérias, portanto é preciso que tenhais maior compaixão de nós e mais nos socorrais. Fazei que sejamos na terra vossos fieis servos, para podermos mais tarde bendizer-vos no paraíso. Neste dia em que fostes feita Rainha do universo, nós nos queremos consagrar ao vosso serviço.No meio de vossa grande alegria, consolai-nos também, aceitando-nos hoje por vossos vassalos. Sois vós…

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«Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador»-oração de Santo André de Creta

Amém! Amém! Amém!

Ide e Anunciai

Deus, na Tua compaixão

derrama sobre mim o olhar do Teu amor

E recebe a minha ardente confissão.

Pequei mais do que todos os homens,

pequei só contra Ti, Senhor;

faz-me participar da Tua misericórdia,

meu Salvador, porque me criaste. […]

Meu Redentor, manchei a Tua imagem e semelhança (Gn 1, 26), […]

desfiz em farrapos o vestuário de perfeição

que o próprio Criador fabricou para mim e estou nu;

em seu lugar quis usar uma farpela rasgada,

obra da serpente que me seduziu (Gn 3, 1-5). […]

Fiquei fascinado com a beleza

da árvore que traiu a minha inteligência:

agora estou nu e coberto de vergonha. […]

O pecado me revestiu de túnicas de pele (Gn 3, 21),

agora que fui despojado

das vestes tecidas pelo próprio Deus. […]

E, como a pecadora, grito:

pequei contra Ti, só contra Ti.

Ó Salvador, acolhe as minhas lágrimas,

como aceitaste o…

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A Busca pela Verdade

Parafraseando São Tomás de Aquino e Aristóteles, temos respectivamente que “a Verdade é filha do tempo” e “a busca pela Verdade começa pelo estudo das opiniões dos sábios”. Ou seja, encontrar a Verdade das coisas é um processo longo, demorado, feito a custa de muito estudo, no qual se incluem as revisões dos estudos daqueles que se dedicaram a um determinado assunto anteriormente.

Nesses estudos, incluem-se todos os avanços, erros de análises, incongurências, ambiguidades (aparentes ou reais), vieses, influências do meio e das circunstâncias, etc. dos pesquisadores. Por essas e outras razões, é que a busca pela Verdade torna-se um empreendimento bastante sofrido, às vezes solidário, aparentemente ingrato e, por isso mesmo, muito pouco atrativo. Portanto, creio não estar muito longe da realidade quando afirmo que a recusa de enfrentar um trabalho tão dispendioso assim é um dos motivos que explica o sucesso da mentira, do erro.

Por sua vez, complementando esse fato, a mentira dá uma resposta imediata às suas indagações, de modo aparentemente convincente e, por vezes, até de modo elegante, para que você se dê por satisfeito e não se aprofunde mais na questão. Um sofisma é exemplo clássico disso. Em outros casos mais grosseiros, por assim dizer, tem-se a trapaça mais rasteira, o estelionato mais vulgar, o “ilusionismo verbal” mais barato, a desconversa mais cínica.

Seja um jeito ou de outro, a mentira é tão mais persuasiva quanto mais afiada for a retórica do seu portador. E as pessoas tendem a se deixar levar por quem fala bonito. Ainda mais se o sujeito falar o que a plateia quer escutar, o que NÃO É NECESSARIAMENTE o que ela precisa escutar. Sem falar que o gosto das pessoas por novidades também é uma isca para convencê-las ou mesmo convertê-las a um bom papo furado. Eis mais um motivo dos reiterados êxitos do engano.

Sendo assim, NÃO HÁ como escapar: é justamente a longa empreitada de ponderação de todos os elementos citados que vai “lapidando” o conhecimento, abrindo caminho para que a Verdade seja encontrada.

Z Para Postar
São Tomás de Aquino (esq.) e Aristóteles (dir.)

 

S. Bernardo de Claraval, abade, Doutor da Igreja – 20 de agosto

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Bernardo nasceu no Castelo de Fontaine, próximo de Dijon na França no ano de 1090, o terceiro de seis irmãos. Tescelino, pai de Bernardo, ficou consternado quando, ainda muito jovem, ele decidiu tornar-se monge no convento cistercienses, fundado por São Roberto, em 1098: um após outro, os filhos abandonavam o conforto do castelo para seguir Bernardo: Guido, o primogênito, deixou até a esposa, que também se fez monja; Nissardo, o mais novo, também optou por abandonar os prazeres do mundo, seguido pela única irmã, Umbelina e pelo tio Gaudry, que despiu a pesada armadura para vestir o hábito branco; também Tescelino entrou no mosteiro onde estava praticamente toda a família. Um êxodo tão completo como este nunca se verificou em toda história da Igreja. Por terem muitos outros jovens desejado tornar-se cistercienses, foi necessário fundar outros mosteiros. São Bernardo, então, deixou Citeaux, abraçando uma pesada cruz de madeira e seguido…

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“Curar as feridas do homem é missão de uma Igreja confiante”, escreve o Papa a Dom Paglia

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2016-08-17 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Por meio de um Quirógrafo, o Papa Francisco dirigiu-se a Dom Vicenzo Paglia, dando indicativos de sua nova missão como Presidente da Pontifícia Academia para a Vida e Grande Chanceler do Pontifício Instituto “João Paulo II” para Estudos sobre Matrimônio e Família.Renovação no horizonte da misericórdia

“Querido irmão – escreve o Santo Padre – por ocasião da reforma da Cúria Romana, me pareceu oportuno que também as Instituições colocadas a serviço da Santa Sé com a atividade de pesquisa e de formação sobre temas pertinentes ao Matrimônio, à Família e à Vida, procedam a uma renovação e a um ulterior desenvolvimento para inscrever as suas ações sempre mais claramente no horizonte da misericórdia”.

Difusão do Magistério

“Como é sabido – continua o Papa – desde o Concílio Vaticano II até hoje o Magistério da Igreja sobre tais temas desenvolveu-se em maneira…

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Assunção de Nossa Senhora – 15 de Agosto

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A morte da Virgem Maria chama-se dormição, porque foi sonho de amor. Não foi triste nem doloroso; foi o cumprimento dum desejo. É probabilíssimo e hoje bastante comum a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos apóstolos. A tradição antiga localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu filho celebrara os mistérios da Eucaristia e onde, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os apóstolos.
Hoje, sobre a parte da área que a Basílica de Constantinopla ocupou, levanta-se a “igreja da Dormição”, magnífica rotunda de estilo gótico, consagrada em 1910, cujas pontiagudas torres se descobrem de todos os ângulos de Jerusalém. É lugar preferido por fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra. Assim vê-se rodeada de cemitérios católico, grego, armênio e protestante anglicano.
Por meio da Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, definiu…

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Papa: na Confissão encontramos o abraço misericordioso do Pai

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2016-08-13 Rádio Vaticana

O Santo Padre colocou ao centro de seu Pontificado o grande mistério da Misericórdia de Deus, exortando com frequência, para que busquemos o Sacramento da Reconciliação. Recordemos alguns momentos do seu magistério sobre este tema.

A misericórdia de Deus escandaliza

A misericórdia de Deus – afirma o Papa Francisco – escandaliza porque “é superior a todas as nossas expectativas”, dizia Padre Leopoldo Mandic. Escandaliza sobretudo se acreditamos sermos melhores do que os outros, menos pecadores, ou se fazemos da Igreja mais uma alfândega do que “a casa paterna onde há lugar para cada um com a sua vida de lutas”.

Jesus, pelo contrário, quer “atingir e salvar os afastados, curar as feridas dos doentes, reintegrar todos na família de Deus”: toca e cura os leprosos. Trata-se de “duas lógicas de pensamento e de fé: o medo de perder os salvos e o desejo de salvar os perdidos”:

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